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Matriz de São Sebastião

quinta-feira, 20 de março de 14 às 14:47 | Atualizado às 09:06
Matriz de São Sebastião

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Centro

 


A origem de Nova Serrana data do século XVII, quando a mineração, principalmente do ouro, trouxe muita gente, de várias regiões do Brasil, para o estado de MG.

 

Distante 35 Km de Pitangui, havia um cercado de madeira, onde os moradores guardavam seus animais. Dizem que Bento Pais da Silva, que era abastado fazendeiro do lugar, foi um dos construtores do dito cercado, que também servira para guardar seu próprio gado. Com a fixação do povo, houve aumento na exploração da agricultura e o trabalho escravo foi largamente explorado em culturas de algodão, mandioca e cana.

 

Nesta ocasião, surgiu um arraial formado por negros, portugueses proprietários de terras, mineradores e bandeirantes. Foi uma época de muitas lutas entre os clãs, o que causou grande número de mortos. Mas, passada a euforia do ouro, a paz voltou ao lugar e possibilitou a formação de uma população homogênea. O arraial foi elevado a condição de distrito de Pitangui, com o nome de Cercado, em 05.11.1869 e nesta condição permaneceu até a data de 12.12.53, quando pela Lei nº 1.039, adquiriu a condição de município, o qual foi instalado em 01.01.54, ocasião em que recebeu o atual nome – NOVA SERRANA – em homenagem a Velha Serrana – Pitangui – donde se desmembrou. Por volta de 1920, a população começou a luta pela criação de seu Curato. Várias pessoas do lugar integraram uma comissão que fez todos os estudos necessários para isto, contando inclusive com o apoio dos vigários de Pitangui, na época. Vasta correspondência foi trocada com o Arcebispo de Mariana.

 

Mas, temporariamente, baldados foram os esforços, porquanto se criava uma nova Diocese em Minas – Belo Horizonte – e Pitangui lhe ficou sufragânea.

 

Porém, a luta não foi em vão. Assumindo o governo Diocesano, D. Cabral, após organizar administrativamente a diocese, em seu 2o Decreto já tratava de criar Paróquia.

 

E o Decreto nº 6, datado de 20 de janeiro de 1924, elevava o território desmembrado de Nossa Senhora do Pilar de Pitangui, a Capela de São Sebastião do Cercado, à categoria de Paróquia. Seu 1º vigário, como o título de Encomendado, foi Pe. José Luiz da Silva Diniz, a quem coube todo o trabalho de organizar a nova Paróquia. Nesse mister ficou até 1927, quando foi substituído pelo Pe. José augusto Dias Bicalho (27-31). Seguiram-se: Padres José Soares Siqueira (31/39);  Pe. Libério Rodrigues Moreira (39/46); Pe.  Carlos Pinto da Fonseca (filho da terra – 46/50);  Pe. Josimas Gonçalves Cerqueira (fev./dez.50); Pe. José Viegas (51/52); Pe. Antônio Pontello (52/56) e Pe. Altamiro de Faria que tomou posse em 1956. Criada a diocese de Divinópolis, foi mantido no cargo e ficou até 1962, quando chegou a Nova Serrana os Padres Carmelitas Descalços. Tinham planos de fundar um Seminário se sua Ordem. Receberam um patrimônio e iniciaram seu trabalho.



Assumiram também a Paróquia e construíram o Ginásio São José, que educou duas gerações de néo-serranences. Entre os Carmelitas que estiveram em Nova Serrana, assumiram a paróquia os Freis: Frei Tiago Monforts, ocd, Frei Anselmo Baltissen, ocd, o qual faleceu em 1972, no cargo de Pároco e Frei Ambrósio Heijnen, ocd. Como haviam outros sacerdotes, contaram sempre com coadjutores, assumindo também Leandro Ferreira. Em 1980, retiram-se da diocese, tendo Frei Ambrósio retornado, ficando Vigário Emérito da Paróquia São Sebastião, de Nova Serrana.


Pe. Lauro Geraldo Resende Pinto, egresso dos Salesianos, tomou posse em 09.07.80 e faleceu em 06/09/1994. Com a morte de Pe. Lauro, tomou posse Pe. Moacir Chagas Tavares (09/94 até 01/95), Pe. Paulo Pereira(01/95 até 09/2000) a , Pe. Paulo Sérgio Diniz Mendes ((09/2000 até 08/2007)....Padre Emerson... 

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