
A Música do Nome...
Temos muitas maneiras de acolher bem as pessoas e precisamos de um treinamento constante para que nosso acolhimento seja cada vez maior, todos se sintam felizes, quem acolhe e quem é acolhido, e o mundo seja melhor.
O nome é o que de mais precioso a pessoa possui. Devemos dizê-lo sempre, muitas vezes. Ele é como uma música suave e agradável para os ouvidos de seu dono.
É preciso ter cuidado para não chamar as pessoas apenas pelo título ou função que possui: Doutor, Professor, Padre, Bispo... Todas essas pessoas têm o seu nome e é muito delicado e humano chamá-los pelo nome: Dr. Carlos, Dona Maria José (a professora), Padre Geraldo, Dom José...
Quando se trata de uma criança, ou uma pessoa mais simples, a gente até entende que ela não diga o nome da pessoa, porque não o sabe ou porque fica mais difícil dizê-lo: “Ô Doutor...”, “O Padre está?”, “Quero falar com o Bispo”, “Ô Dona!”... Da criança, até o “Ô Dona!” a gente responde, mas sem deixar de ensinar-lhe o que é certo, a maravilha de nosso nome, que é a nossa identidade e deve ser respeitado como tal.
Se você não sabe o nome da pessoa com quem irá falar, procure sabê-lo antes, ou, no momento que se apresentar à pessoa, diga o seu próprio nome e não tenha vergonha de perguntar o dela.
Existem muitos modos de você guardar o nome da pessoa. O mais eficiente é repeti-lo muitas vezes, quando de sua apresentação. Repita o nome da pessoa durante a conversa. Se tiver dúvida, pergunte: “Como é mesmo o seu nome?” Na despedida, repita-o, fazendo assim uma gravação e agradando sobremaneira a quem o ouve.
“Maria das Mercês, não é mesmo? Foi um prazer muito grande conhecê-la pessoalmente. Já li tantas vezes seus artigos no jornal!...” – Como é agradável ouvir isto! Eu o desejo a todos vocês. Que o façam com as pessoas, de agora em diante, e se surpreenderão ouvindo os outros fazerem também!...